Caçadas Alecrim da Fórnea

Um espaço de imagens de momentos de caça, textos de opinião, histórias, espécies cinegéticas, legislação, armas e munições de caça, cães e culinária, resultantes de experiências e vivências pessoais, que aqui são relatadas para partilhar e mais tarde recordar.

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segunda-feira, 17 de julho de 2017

Perdizes 2017 - Momentos pré-época

Para ir treinando e visualizando os efectivos...
Julho de 2017


Faltaram três perdigotos no retrato de familia!|





segunda-feira, 12 de junho de 2017

Coelhos, a nova geração continua a crescer...

Depois de várias passagens de raposas (Batida às raposas...fotograficamente!) eles continuam a resistir e a dar prova de vida todos os dias.
Para além das raposas e outros predadores, os maiores e mais devastadores predadores são minusculos, vistos apenas ao microscópio, são os virus, da "hemorrágica" e da mixamatose, esses sim, os verdadeiros predadores dos coelhos. Esses é que têm de ser verdadeiramente combatidos e todas as energias e dinheiros devidamente direcionados para a descoberta de uma vacina verdadeiramente eficaz.
Tudo o resto são discursos retóricos!

Fotos:
Porto de Mós, 11 de Junho de 2017







sexta-feira, 9 de junho de 2017

Batida às raposas...fotograficamente!

Estava eu calmamente a rever o filme no axn black, "Master and commander - O lado longiínquo do mundo", quando os meus alarmes soaram!
Era o alrme de presença de raposa na zona. Canon preparada e lanterna à procura do alvo. 
Por inexpeiência ou abuso de confiança, a modelo deixou-se retratar em diversas posições, mesmo a "levar" com o flash e luzes acessórias...

Porto de Mós, 08/06/2017 - 22h25







quarta-feira, 31 de maio de 2017

Coelhos - Nova geração 2017

Porto de Mós, 29 de Maio de 2017
Nesta data são visíveis coelhos novos indiciando que alguns efectivos da geração anterior conseguiram "aguentar" com o vírus hemorrágico.
Esta espécie, fundamental para o equilíbrio de todo o ecossistema, continua a demonstrar que tem uma capacidade de resistir às doenças...



domingo, 21 de maio de 2017

Raposa audaz

Porto de Mós, 20 de Maio de 2017
De tempos a tempos, principalmente as mais jovens, perdem por completo a "vergonha" e alargam o território em busca de alimento. Alargam de tal modo, que se dão ao luxo de passar a escassos centimetros das paredes dos canis como se nada fosse, mesmo com os cães em total "euforia". Tal é o descaramento!
A noite passada foi mais uma dessas! 
Uns latidos insessantes e contactos fisicos violentos contra as portas e rede denunciavam a presença de mais uma atrevida.
Como estamos no defeso, o clarão que saiu foi o do flash acoplado na CANON e o registo foi obtido com 300 mm de lente!

A suspeita:





segunda-feira, 15 de maio de 2017

Rolas 2017, as primeiras fotos!

As primeiras fotos das minhas amigas rolas após o seu regresso de Africa...
Porto de Mós, Abril e Maio de 2017





sexta-feira, 3 de março de 2017

Em alerta!


Sempre em alerta. Quando se é a base da cadeia alimentar não se pode vacilar!

quinta-feira, 2 de março de 2017

Terminus da época 2016/2017

Para finalizar a época 2016/2017 fui á batida às raposas do meu clube de caça, Clube de Caçadores de Alvados.
- Batida às raposas?
- Mas as raposas caçam-se? Não estão em extinção?
De repente, mais uma espécie a necessitar de apoio e lá para os lados da grande Lisboa dedicados movimentos e grupos de apoio à mesma, com petições publicas e tudo, foram criados.
Não gosto de extremistas, nem do discurso "se eu mandasse".
Pessoalmente e passe a imodéstia, tenho a capacidade de ter uma visão mais alargada e desprendida de extremismos, possivelmente fruto de uma vivência onde diversos mundos" se cruzam.
Sou caçador e serei sempre, quer com arma, quer com máquina fotográfica. Estou sempre a caçar, mesmo que não tenha nenhuma delas. Sim, sem arma ou máquina fotográfica também caço!
Consigo estar em duas situações porque respeito a lei e respeito os animais.
Quando caço com arma faço-o respeitando a lei e conhecedor das suas limitações enquanto espécie. Sabendo que em alguns dias poderei ganhar-lhes e noutros não, daí a expressão "um dia é da caça outro do caçador". Não me importo com o resultado final, simplesmente porque gosto de caçar.
Quando caço com a máquina fotográfica procuro sempre ganhar, neste caso conseguir um bom retrato! E mesmo podendo usar meios não legais em termos cinegéticos nem sempre consigo "caçar" o melhor retrato.
E, então porque não caço apenas com a máquina? 
Simplesmente porque gosto, gosto de armas, gosto do tiro, não sei explicar, sente-se! Do mesmo modo existem outros que gostam de correr, andar de bicicleta, praticar isto ou aquilo. Fazem-no porque gostam, dá-lhes prazer.
Tudo isto porquê?
Porque fui a uma batida às raposas e parece que sou um criminoso. Sim, fui às raposas como vou às perdizes, coelhos, tordos, javalis e outras espécies cinegéticas, fui e cacei uma.
Fui e continuarei a ir. 
Irei e continuarei a gostar dos animais e sempre que puder a retrata-los, gosto de retrata-los, gosto dos caçar, com ou sem arma.
Agora, caça com arma só em Agosto, até lá a canon acompanhar-me-à.






A minha caça maior em 2016/2017

Se o entusiasmo pelas montarias se mantém, não é pela organização de algumas delas. Esta época foi para esquecer, lamentável mesmo.
Com a escassez de caça menor, a moda é a caça maior, como já alguns expressam "é a caça do futuro"!
Como monteiro a minha exigência passa acima de tudo por uma boa organização e esta vai desde o momento em que marcamos a nossa presença até ao regresso a casa. Pelo meio temos a inscrição no local, pagamento, sorteio de portas, taco, deslocação para a mancha, colocação nas portas, largada dos cães, deslocação dos matilheiros na macha, existência efectiva de caça, tiro, terminus da montaria, recolha dos monteiros, almoço, quadro de caça e leilão (quando for o caso).
Ora, pelo que vi esta época, as organizações ficaram-se pela inscrição e pagamento como os momentos mais importantes, relevando ou mesmo menosprezando os outros momentos que referi de uma montaria.
Em resumo o que me calhou esta época foram simplesmente grandes barretes!
Pode ser que para a próxima época seja diferente, pelo menos nas minha escolhas que serão a norte do rio Sorraia.
Alguns momentos...