Caçadas Alecrim da Fórnea

Um espaço de imagens de momentos de caça, textos de opinião, histórias, espécies cinegéticas, legislação, armas e munições de caça, cães e culinária, resultantes de experiências e vivências pessoais, que aqui são relatadas para partilhar e mais tarde recordar.

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domingo, 21 de maio de 2017

Raposa audaz

Porto de Mós, 20 de Maio de 2017
De tempos a tempos, principalmente as mais jovens, perdem por completo a "vergonha" e alargam o território em busca de alimento. Alargam de tal modo, que se dão ao luxo de passar a escassos centimetros das paredes dos canis como se nada fosse, mesmo com os cães em total "euforia". Tal é o descaramento!
A noite passada foi mais uma dessas! 
Uns latidos insessantes e contactos fisicos violentos contra as portas e rede denunciavam a presença de mais uma atrevida.
Como estamos no defeso, o clarão que saiu foi o do flash acoplado na CANON e o registo foi obtido com 300 mm de lente!

A suspeita:





segunda-feira, 15 de maio de 2017

Rolas 2017, as primeiras fotos!

As primeiras fotos das minhas amigas rolas após o seu regresso de Africa...
Porto de Mós, Abril e Maio de 2017





sexta-feira, 3 de março de 2017

Em alerta!


Sempre em alerta. Quando se é a base da cadeia alimentar não se pode vacilar!

quinta-feira, 2 de março de 2017

Terminus da época 2016/2017

Para finalizar a época 2016/2017 fui á batida às raposas do meu clube de caça, Clube de Caçadores de Alvados.
- Batida às raposas?
- Mas as raposas caçam-se? Não estão em extinção?
De repente, mais uma espécie a necessitar de apoio e lá para os lados da grande Lisboa dedicados movimentos e grupos de apoio à mesma, com petições publicas e tudo, foram criados.
Não gosto de extremistas, nem do discurso "se eu mandasse".
Pessoalmente e passe a imodéstia, tenho a capacidade de ter uma visão mais alargada e desprendida de extremismos, possivelmente fruto de uma vivência onde diversos mundos" se cruzam.
Sou caçador e serei sempre, quer com arma, quer com máquina fotográfica. Estou sempre a caçar, mesmo que não tenha nenhuma delas. Sim, sem arma ou máquina fotográfica também caço!
Consigo estar em duas situações porque respeito a lei e respeito os animais.
Quando caço com arma faço-o respeitando a lei e conhecedor das suas limitações enquanto espécie. Sabendo que em alguns dias poderei ganhar-lhes e noutros não, daí a expressão "um dia é da caça outro do caçador". Não me importo com o resultado final, simplesmente porque gosto de caçar.
Quando caço com a máquina fotográfica procuro sempre ganhar, neste caso conseguir um bom retrato! E mesmo podendo usar meios não legais em termos cinegéticos nem sempre consigo "caçar" o melhor retrato.
E, então porque não caço apenas com a máquina? 
Simplesmente porque gosto, gosto de armas, gosto do tiro, não sei explicar, sente-se! Do mesmo modo existem outros que gostam de correr, andar de bicicleta, praticar isto ou aquilo. Fazem-no porque gostam, dá-lhes prazer.
Tudo isto porquê?
Porque fui a uma batida às raposas e parece que sou um criminoso. Sim, fui às raposas como vou às perdizes, coelhos, tordos, javalis e outras espécies cinegéticas, fui e cacei uma.
Fui e continuarei a ir. 
Irei e continuarei a gostar dos animais e sempre que puder a retrata-los, gosto de retrata-los, gosto dos caçar, com ou sem arma.
Agora, caça com arma só em Agosto, até lá a canon acompanhar-me-à.






A minha caça maior em 2016/2017

Se o entusiasmo pelas montarias se mantém, não é pela organização de algumas delas. Esta época foi para esquecer, lamentável mesmo.
Com a escassez de caça menor, a moda é a caça maior, como já alguns expressam "é a caça do futuro"!
Como monteiro a minha exigência passa acima de tudo por uma boa organização e esta vai desde o momento em que marcamos a nossa presença até ao regresso a casa. Pelo meio temos a inscrição no local, pagamento, sorteio de portas, taco, deslocação para a mancha, colocação nas portas, largada dos cães, deslocação dos matilheiros na macha, existência efectiva de caça, tiro, terminus da montaria, recolha dos monteiros, almoço, quadro de caça e leilão (quando for o caso).
Ora, pelo que vi esta época, as organizações ficaram-se pela inscrição e pagamento como os momentos mais importantes, relevando ou mesmo menosprezando os outros momentos que referi de uma montaria.
Em resumo o que me calhou esta época foram simplesmente grandes barretes!
Pode ser que para a próxima época seja diferente, pelo menos nas minha escolhas que serão a norte do rio Sorraia.
Alguns momentos...






sábado, 14 de janeiro de 2017

domingo, 18 de dezembro de 2016

Um navalheiro portomosense

Preâmbulo

Uma vez que, quando publico este post, estamos em plena época natalícia e o seu espírito deve estar presente em todos os católicos e outros crentes, dedico este post aqueles que por vezes se esquecem do 8º mandamento da lei de Deus e se deixam consumir pelo 2º pecado mortal.

Um navalheiro portomosense

Não, ainda não apanhei o "bicho" das esperas. Faço esperas mas com máquina fotográfica, ao javali gosto mais de uma montaria pela dinâmica do tiro e a movimentação de cães e javalis, mesmo com todas as suas vicissitudes, digamos assim.
No entanto admiro quem as faça, quer pela adversidade das condições atmosféricas, quer pelo isolamento "nocturno" e tudo o mais.
Tudo isto para chegarmos às 21h45 do dia 07 de Novembro de 2016, momento em que recebo um telefonema, onde do outro lado da "linha" uma voz carregada de adrenalina exclama:
"- Tombei um grande!"
O efeito foi contagiante.
"- Vou só mudar de roupa, pegar a máquina fotográfica e em cinco minutos estou aí!
No local pude confirmar. Um belo navalheiro tinha tombado com o peso de uma 9,3x62 correctamente encaminhada pela BROWNING BAR do meu irmão.
Parabéns!

Para memória futura ficam aqui as fotos do momento e a ligação para o vídeo.

O momento para mais tarde...




Os dentes:



A equipa de apoio:



O video:

sábado, 22 de outubro de 2016

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Às perdizes na época 2016/2017

Mais um dia de perdizes na época 2016/2017. Com vento de sul/sudoeste a volta tem de ser diferente e a "caça" sabe disso, deixando o caçador e cães a apontar para o vazio.
No entanto nem todas têm as manhas apuradas e algumas são apanhadas desprevenidas!

Os momentos: